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CATEDRAL NOVA, SALAMANCA, ESPANHA

por mmsfr, em 06.12.11

A enaltecer a linha panorâmica de Salamanca está a Catedral Nueva de la Asunción de la Virgen, construída ao lado da Catedral Vieja.

A primeira vista que temos dela é desde a Praça de Anaya onde podemos ver duas portas, a do Norte e a de Ramos. Esta última recebe o seu nome do Domingo de Ramos, dia em que Jesus entrou em Jerusalém e cujo evento se encontra representando através das esculturas que vemos por cima da porta. 

 

 

Desta fachada lateral podemos ver a cúpula da Catedral de estilo barroco que se mistura com o estilo gótico que caracteriza o seu exterior. 

Passamos depois para a fachada principal onde encontramos a Porta do Nascimento. A impressionante fachada tem um admirador permanente, a estátua do Bispo de Salamanca, Padre Câmara colocada numa pequena praça em frente. E não o único, construída com tanto detalhe é preciso algum tempo para ler a história contada por cada escultura que adorna a fachada, tempo...e uns comprimidos para dores que vamos ter no pescoço.

 

Sendo o nome Nascimento, nele está representado o dia em que Jesus veio ao mundo assim como a visita dos Reis Magos. No topo da porta está uma representação de Cristo crucificado que acaba por fechar o ciclo da sua vida. 

 

O seu interior é igualmente notável e rico em pormenores decorativos, logo há entrada podemos vê-los num altar em que as colunas estão todas trabalhadas. Por trás fica o coro desenhado por Churriguera num estilo Barroco de excessivo detalhe a que chamaram o "churrigueresco".

 

A nave respeita o estilo gótico de grande parte da Catedral. A sua construção começa no século XVI no espaço adjacente á antiga Catedral, foi durante o reinado dos Reis Católicos que se iniciou o seu plano mas D. Fernando já não chega a vê-la de pé.  

 

O seu orgão é impressionante, ricamente adornado com querubins e detalhes dourados. Numa das capelas em frente encontramos um presépio montado com pequenos ruios e moinhos, com Jesus na manjedoura. O espaço era demasiado pequeno para todos os que queria contemplá-lo. 

Ao centro está a admirável cúpula, talvez o melhor de toda a Catedral e mais um bom motivo para acudir ao massagista pelas dores no pescoço. Não conseguimos subir até a um passadiço que permite ver a Catedral de um ponto mais alto, deu-nos a entender que talvez pudéssemos chegar ao tecto da cúpula por aí mas infelizmente anunciaram que ia fechar (eram 13h). 

 

 

 

Uma das capelas que mais me impressionou foi a da Soledad, onde a santa está num retablo de estilo barroco desenhado por Joaquín Churriguera. Creio que o que mais nos tocou foi o facto de estar toda vestida de negro, algo raro nas imagens de santas e que se veste de branco quando sai pelas ruas de Salamanca na procissão da Semana Santa.

Uma placa volta a pedir silêncio na Capela do Santíssimo Sacramento, na verdade nem era preciso ela impõe por si própria esse mesmo silêncio. Em especial uma pequena urna contendo o antebraço do Beato Julían Rodríguez, que juntamente com outros companheiros tornaram-se mártires de um massacre contra a igreja.

E infelizmente não conseguimos ver muito mais porque o altifalante pedia-nos para deixar a Catedral., fica a promessa de voltar e ver com mais detalhe. 

 

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