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MUSEU NACIONAL DE CIÊNCIAS NATURAIS, MADRID, ESPANHA

por mmsfr, em 04.03.12

Num fim de semana onde a chuva ameaçava cair (a que tantos pedem neste inverno) estava fora de questão passar mais um dia em casa. Uma boa solução para quem tem crianças é sem dúvida levá-los ao Museu Nacional de Ciências Naturais junto ao Paseo da Castellana.

O preço para adultos é de 6€ e para crianças com mais de 4 anos é de 3€ sendo que as que têm menor idade não pagam. Ao principio o preço parece caro, a logística também não é fácil, a bilheteira e uma parte da exposição está do lado esquerdo e depois temos que ir ao outro extremo do edificio para ver a outra parte a que mais entusiasma os mais pequenos: a dos dinossauros.

 

Começámos por essa opção na zona dos minerais, fósseis e evolução humana. Logo a entrada para não defraudar as expectativas, um esqueleto de um dinossauro e a partir dali essa foi a palavra de ordem que saía da boca do nosso filho, tudo era o dinossauro mesmo que na realidade fosse o esqueleto de um elefante ou de um crocodilo.

 

Na zona favorita dos mais pequenos estão concentrados alguns esqueletos de dinossauros que realmente ajudam a imaginar qual a sua dimensão na altura da sua existência. O único senão é o espaço estão muito apertados no canto que lhes deram o que não deixa ver cada um com maior detalhe.

Um dos maiores é o Dippy ou  Diplodocus carnegii, foi doado ao rei de Espanha em 1913.

Junto a eles o esqueleto de um Gomphotherium angustidens e de um Megatherium, o primeiro um elefante e o segundo parecia um urso se bem que o wikipedia compara-o a um elefante, este exemplar veio da Argentina há mais de 200 anos.

 

Subimos a um outro piso onde começamos a ver a evolução do homem, do gorila ao homo sapiens para depois entrarmos nos minerais.

 

 

Numa pequena sala um video explicava como asteróides circulam em satélite no nosso sistema solar e como há milhões de anos atrás, um deles atingiu a Terra destruindo várias espécies no planeta entre elas os dinossauros, pelo menos essa é a explicação científica para a sua extinção mas eu não sou de ciências gosto muito de história mas daquela que vem depois de Alexandre o Grande o do Império Romano.

Saímos para o outro pavilhão onde á entrada a exposição tem o tema de Biodiversidade. Nela estão representadas várias espécies de animais aves, mamíferos, peixes, etc.. Há uma réplica de um elefante para os que ainda tinham ficado com a cabeça nos dinossauros, para além de borboletas, pavões, corujas, serpentes, crocodilos, entre tantos outros.

 

 

Fomos depois á sala do Mediterrâneo onde se pode ver réplicas de espécies que existem por essa zona, como as águias, os flamingos, o lobo, várias espécies de patos, lulas, polvos, caranguejos e o peixe-lua, aquele que podemos ver ao vivo no Oceanário, o maior peixe do tanque.

 

 

Numa outra sala a história de como nasceu o museo e como se instalou no Palácio das Artes e da Indústria. É interessante ver esse grande interesse no inicio do século XX por construir algo que explicasse a futuras gerações os nossos antepassados mais longíquos e a nossa relação com a natureza.

 

Descemos até ao Real Gabinete de História Natural onde uma sala mostra cabeças de várias espécies assim como um esqueleto de um elefante e vários móveis servem de montra a colecções de cientistas da época. Ao centro um retrato de D. Carlos III e uma placa que indica ser o "pai" do museu.

 

 

Estava também uma réplica dos esqueletos de Adão e Eva (a maçã na mão de um deles ajuda a entender) com várias espécies á sua volta.

Havia uma sala mais que visitar mas na realidade para uma criança já se apresenta algo cansantivo ainda que não deixe de ser interessante, há que esperar que seja mais velho para voltar e reconhecer outro interesse ao museu, permitindo-lhe explorar tudo com um pouco mais de calma. Voltar está mesmo na agenda já que uma outra sala estava em preparação.

O preço é mais que justo para tudo o que vimos, pode não ser o melhor museu do género (talvez Inglaterra e Estados Unidos estejam a competir pelo título) mas vale sempre a pena visitá-lo.

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publicado às 15:59




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