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COLISEU, ROMA, ITÁLIA

por mmsfr, em 25.07.11

O Anfiteatro Flaviano é o principal sí­mbolo da cidade e o seu monumento mais visitado, acumulando por isso filas de turistas "desesperados" para comprar uma entrada para visitar o seu interior.

Há uma solução para escapar a essas filas ou melhor, duas. A primeira que foi a que utilizámos, comprar um Roma Pass que tem fila própria no Coliseu e que funciona como uma Via Verde para podermos entrar, custa 25€‚ pode ser comprado pela internet ou em qualquer posto de turismo (nós comprámos no aeroporto). Oferece duas entradas em monumentos ou museus á escolha, que neste caso utilizámos para o Coliseu + Forum + Palatino. A outra forma é ir á entrada do Monte Palatino (que tem menos fila) e comprar o bilhete que é combinado poupando a fila de espera no Coliseu.

 

Seguimos as placas que nos indicavam o percurso e parávamos noutras que mostravam reconstituições do Anfiteatro, uma delas que mostrava o seu aspecto após a reparação dos danos do terramoto de 442 d.C. Comparando a fachada actual com a gravura temos uma ideia de onde vem o nome "Colosseum".

Ainda que seja um sobrevivente com quase 2000 anos, a verdade é que temos que puxar pela imaginação agora que o visitamos. Viveu a ascensão e queda do império romano, foi deixado ao abandono, sobreviveu aos vários terramotos e ainda hoje é utilizado para eventos religiosos, estando assim longe das suas origens de arena de espectáculos que envolviam gladiadores e feras.

Nos corredores do piso superior podemos ver uma exposição sobre a história da Domus Aurea de Nero e algumas das riquezas encontradas pelos arqueólogos tanto na Domus Aurea (o Palácio de Nero construí­do depois do grande incêndio de 64 d.C.), como na área entre o Foro e o Coliseu.

 

 

A exposição ainda que pequena tem um conteúdo bastante variado, desde estátuas a bustos, quadros de mosaicos, passando por objectos da vida quotidiana da época como por exemplo moedas, vasilhas de barro, etc.. 

 

Seguimos a nossa visita sempre a perguntar quando chegaria a parte da arena, nenhuma foto num guia turí­stico nos prepara para a real dimensão do interior do Coliseu. Temos que recorrer a uma boa de imaginação para entender como seria na sua época apoteótica porque o tempo o foi debilitando.

Fazemos uma pausa para o apreciar, tentamos depois tirar fotos esperando que a objectiva consiga capturar bem a essência do Coliseu.  

O nosso próximo passo foi entender como funcionava, as catacumbas em baixo onde feras, gladiadores e escravos iam passando pelos apertados corredores. Vemos o que seriam as pequenas celas imaginando com ajuda de algumas referências cinematográficas ("O Gladiador" e "Spartacus") como seria o compasso de espera até entrar na arena e lutar pela sobrevivência.

Por cima, tapando a luz do dia, um estrado em madeira coberto com areia era o palco para as lutas entre gladiadores, execuções utilizando animais ou a caça que grande parte era feita com felinos como leões e leopardos.

Hoje em dia o único felino que por ali vemos é o gato, um pouco mais relaxado do que os que antes percorriam a arena.

 

É o cartão de visita da cidade, não é o seu único encanto mas deixa sem dúvida a sua marca, pela sua dimensão, pela sua capacidade de resistir ao tempo e pela história que conta.

 

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publicado às 20:16




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