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HOTEL LE CLARISSE, ROMA, ITÁLIA

por mmsfr, em 29.07.11

A escolha do nosso hotel em Roma não foi fácil, grande parte das hipóteses que nos restavam tinham preços elevados ou localizações que não nos interessavam. De várias pesquisas que tínhamos feito não conseguíamos encontrar o hotel ideal para nós até que encontrámos o Le Clarisse e já talvez com uma ponta desespero fizémos uma reserva (umas 48 horas antes da viagem).

Do aeroporto de Fiumicino, apanhámos um comboio que ficou uns 14€ cada, depois apanhámos um autocarro ao lado da estação que se não me falha a memória era o 40 e/ou 62. Ambos passavam na Corso Vittorio Emanuele e de ali até á rua do hotel era um instante.

A rua parecia de postais de viagem, com a típica "trattoria" de toalha de xadrez vermelha, duas bicicletas paradas junto a um atelier de moda e um Fiat 500 dos antigos estacionado mesmo em frente ao hotel. Tantos símbolos de Itália num lugar tão pequeno.
Mas o nosso deslumbramento durou pouco quando nos apercebemos que não conseguíamos encontrar o hotel, olhávamos para a morada e estávamos em frente á sua porta e nada indicava que ali existia o Le Clarisse. Apanhámos um susto, teríamos sido borlados pelo site onde marcámos o hotel? Não.

Um pequeno autocolante nos botões da entrada dizia que o Le Clarisse ficava no primeiro piso.

Subimos as escadas, batemos á porta e chegamos á recepção, estamos mais tranquilos. O hotel existe. Abriu há uma semana e ainda não tinham colocado um letreiro que os identificasse. 

O nosso quarto era exactamente igual ao que estava nas fotografias. Não estamos a falar de um hotel de grandes luxos e foi das opções mais baratas que encontrámos (278€ duas noites) dentro do centro. 

Pagámos um pouco mais porque escolhemos o quarto com banheira de hidromassagem, achámos que se íamos andar por Roma a pé o nosso corpo iria agradecer a nossa escolha. 

 

Vista não tínhamos, víamos um pequeno pátio e outros edificios ao lado, a vantagem era que tornava o quarto mais tranquilo e sem barulho, ainda que a rua em si também não é muito agitada. 

O preço incluía pequeno-almoço, com uma variedade reduzida mas suficiente para nos preparar para as grandes caminhadas que nos esperavam. Tinham uns pequenos croissants tão bons que não vi diferença entre Roma e Paris.  

A sala dos pequenos-almoços era pequena mas acolhedora. No segundo dia conhecemos a sua empregada habitual que conversou um pouco connosco, falou do hotel e de onde tinha trabalhado antes. Aliás a simpatia era outro dos pontos fortes do hotel, talvez por ser novo todos fazem um esforço para que nada falte aos seus clientes.  

Tinham por exemplo uns papéis para ajudar os clientes do hotel a identificar que autocarros iam a que atracções turísticas.

Ainda assim e apesar de todos os esforços, faltou o Wi-fi que muita falta nos fez para algumas das coisas que tínhamos que tratar da viagem. Mas saímos satisfeitos e se voltasse a Roma talvez ficasse aqui outra vez. É bastante central, está a poucos passos do Panteão e dali podemos ir para qualquer lado.

 

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publicado às 12:42




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