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ROSSIO, LISBOA, PORTUGAL

por mmsfr, em 12.09.11

O Rossio tal como outros locais de Lisboa foi-se transformando ao longo dos anos. Estou para descobrir se é sentimento de emigrante mas nunca vi esta praça tão bonita como hoje, talvez tenha ajudado o facto de ser inicio de Setembro e estar pouca gente permitindo explorá-la com mais calma. 

As placas identificam-na como a Praça de D. Pedro IV e pergunto-me quantos realmente a conhecerão por este nome. Ao centro a estátua do homem que dá o outro nome ao Rossio, Pedro I do Brasil, o Rei Soldado, o Libertador, o Imperador, tudo num só.  

 

D. Pedro foi o responsável pela Independência do Brasil e famoso pelo o seu "Independência ou Morte" ou o "Dia do Fico", em que tendo ordens para voltar a Portugal optou por ficar no Brasil. 

Aos seus pés, quatro estátuas de figuras femininas que representam a Justiça, a Sabedoria, a Força e a Moderação. Nos extremos duas fontes idênticas que acrescentaram á praça em 1889. 

 

 

 

 

Para garantir segurança da zona um pequeno carro de policia faz a patrulha e torna-se também uma atracção. 

 

O terramoto de 1755 fez desaparecer grande parte dos edificios que rodeavam a Praça e deu lugar á arquitectura Pombalina que hoje marcam a cidade e sobretudo o Rossio.

Mas o grande monumento é sem dúvida o Teatro Nacional D. Maria II, com o Diogo Infante á frente da direcção artística levando o teatro a uma outra era. Para trás um passado de grande glória, de óperas e grandes actores que pisaram o seu palco, nomes como Ruy de Carvalho, Eunice Muñoz e Amélia Rey Colaço.

Actualmente em cartaz, "Amadeus" e "As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant". Li que se podiam fazer visitas guiadas ainda que os horários não são para todos, só ás segundas-feiras ás 11h30. No piso da entrada está instalado o restaurante Amo.te Lisboa com uma boa esplanada.

Do lado esquerdo do Teatro está a estação de comboios do Rossio com a sua impressionante fachada. 

Do outro lado, dois grandes marcos do Rossio, a Pastelaria Suiça que continua a servir de ponto de encontro tal como quando começou em 1922. 

E o outro clássico a Ginjinha. Tínhamos um aperto no coração, ficámos sempre na dúvida se a ASAE a tinha fechado de vez. Não, está aberta, felizmente. Não era no entanto a melhor hora (para nós pelo menos) para provar a especialidade da casa, gostamos mais de o fazer a seguir a  um bom almoço ou jantar. 

 

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publicado às 20:38




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