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GRAND CANAL, VENEZA, ITÁLIA

por mmsfr, em 08.10.10

Hoje conhecemos...Veneza numa viagem de Vaporetto pelo Grand Canal.

Aterramos no aeroporto de Marco Polo já com uma pequena visão de Veneza. Daí apanhamos um autocarro que nos levou até á estação de comboios de Mestre que ficava bem próxima do nosso Hotel, Best Western Bolonha. Por 3€ a cada um tivemos direito a percorrer todas as ruas de Mestre até chegar ao destino, de táxi faríamos o mesmo percurso mais rápidamente é certo mas também mais caro.

De Mestre apanhamos um comboio para Veneza, 15 minutos e 1€ (por pessoa) depois chegamos á cidade.

A estação de comboios fica de frente para o Grand Canal e bem perto estão as paragens de vaporettos uma forma de transporte mais em conta, se bem que ainda há mais baratos, por apenas 0,5€ podemos viajar num traghetto, que não recomendo tanto a quem tem filhos já que a viagem é feita num barco muito semelhante a uma gôndola, mas viajam de pé.


Os vaporettos custam 6,5€ o bilhete, não é barato, mas levam-nos da estação até á Piazza di San Marco num passeio que eu considero bastante turístico, principalmente porque vim sempre numa das zonas não cobertas do barco já que enjoo. 

Um dos edificios mais emblemáticos que podemos ver durante o percurso é o Casino de Veneza. É um fantástico edificio renascentista e podemos apenas imaginar o seu luxo interior (não o visitámos por dentro).

O edificio seguinte é igualmente emblemático, o Ca D'Oro. Hoje é utilizado como museu, foi construído no século XV como lar de um mercador veneziano. São fantásticos os pormenores das janelas e das varandas, o seu revestimento em mármore e infelizmente já não se vê os detalhes dourados que baptizaram o Palácio. 

Chegamos então á famosa Ponte di Rialto, construída no século XVI. Curiosamente o homem que a desenhou chamava-se Antonio da Ponte. No seu interior estão pequenas lojas ao bom espírito mercantil de Veneza.

Um dos edificios que mais me impressionou foi este Palazzo Barbarigo, com o seu traçado renascentista e a sua fachada trabalhada. No seu interior tem uma loja/showroom de vidro de Murano.

Vemos depois o Ca'Rezzonico, que funciona agora como museu e que alberga uma exposição da cidade no século XVIII.

O passo do vaporetto é lento e ainda bem, porque permite-nos disfrutar melhor do Gran Canal e por um preço mais económico que o da gôndola. 

 

Outra das pontes através da qual podemos atravessar o Gran Canal é a Ponte Dell'Accademia. Construída já no século XX, tem uma estrutura em madeira e metal.

Do Vaporetto vemos ainda a casa de Peggy Guggenheim de um só piso e que hoje alberga a sua colecção numa exposição aberta ao público. Lá dentro podem ver-se quadros de Cubismo, Abstracto e Surrealismo e grandes pintores destas correntes, entre eles Picasso, Miró, Mondrian e Pollock. 

Por todo o canal cruzamo-nos com inúmeras gôndolas e também os traghettos que servem como pontes entre as duas margens, o seu preço é bastante barato mas não está garantido um lugar sentado.

A chegar á Punta della Dogana (Dorsoduro), vemos a Basilica di Santa Maria della Salute

Começamos a avistar a Piazza di San Marco, do nosso lado direito passamos pela Dogana di Mare, ou a alfândega. No topo do edificio está um globo dourado com a Fortuna e que funciona como uma rosa dos ventos.

Ainda acompanhámos uma original sessão fotográfica (pelo menos para nós era original presumo que por Veneza seja bastante frequente) com os noivos e o que presumo sejam padrinhos a serem fotografados (e filmados) a percorrer o Gran Canal. Fiquei cheia de vontade de ter trazido o meu vestido de noiva... 

Chegamos finalmente á última paragem: Piazza di San Marco.

Mas não tivemos muita sorte, como já tínhamos lido algures as marés altas são de Outubro a Março e a Praça de São Marco é das zonas mais afectadas. Ainda assim estão sempre preparados uns estrados para que todos atravessem a praza, mas quem já conhece Veneza sabe com certeza que tem milhares de visitantes que se concentram nestes locais, era impossível andar pelo estrado. Adiámos assim a visita á Basilica e até ao Palazzo Ducal, decidimos neste primeiro dia respeitar um dos grandes mandamentos para visitar a ilha: perdermo-nos.
As minhas primeiras impressões em Veneza eram as melhores, realmente é linda, as gôndolas, os palácios, os monumentos, os canais, as pontes, as ruelas, o colorido que a preenche, estamos realmente felizes pela oportunidade de a visitar, a única pena que tenho é a quantidade astronómica de turistas mesmo para uma época em que turismo começa a baixar como é Outubro, ainda assim andamos aos encontrões uns aos outros.
Tínhamos que fugir da multidão para aproveitar um pouco mais de Veneza e assim foi.

 

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publicado às 14:32




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