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PAÇO DUCAL DE VILA VIÇOSA, PORTUGAL

por mmsfr, em 22.06.09

Hoje conhecemos...o Paço Ducal de Vila Viçosa.

Este monumental palácio começa a ser construído no século XVI, a mando do então Duque de Bragança, D. Jaime. Mas só em 1640, quando um outro Duque de Bragança sobe ao trono de Portugal, este Palácio se torna residência oficial da familia real.

Esse rei era D. João IV, o homem da estátua equestre que está ao centro de um terreiro em frente ao Paço Ducal.

Parece estar a olhar para Igreja dos Agostinhos, na placa lê-se "Estados Unidos do Brasil" e data creio que era 15 de Novembro de 1889, mas depois tem outra que diz 1940. Presumo que tenha sido uma oferta. 

A visita ao interior não podia ser fotografada. O paço ducal é composto por salas amplas mais do que em muitos palácios reais. No final da monarquia, era utilizado por D. Carlos e familia como residência de veraneio, dedicando-se o Rei a longos dias de caçada, longe do reboliço político que ia pelo resto do país e principalmente por Lisboa. 

O quarto do Rei está práticamente intacto, sendo que foi aqui que dormiu a sua última noite antes do fatídico dia de 1 de Fevereiro de 1908 em que foi assassinado juntamente com o seu filho D. Luís Filipe.

São várias as salas que encantam, eu pessoalmente gostei muito da Sala dos Duques com todos os duques pintados no tecto. Nestes Palácios é sempre interessante ver as cozinhas, pela sua dimensão tanto em espaço como dos tachos e panelas que utilizavam para confeccionar os banquetes reais. E falando em baquetes, a Sala de Jantar também uma grande demonstração de uma época de luxo, com o seu chão em mármore e os seus tectos decorados.

Entramos nos aposentos do Rei e da Rainha ligados entre si, vemos as fardas de D. Carlos guardadas como se ele as pudesse voltar a usar.

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publicado às 21:50


2 comentários

De João Vimarae a 21.10.2020 às 19:52

D. Jaime de Bragança era filho de quem ?

Que eu saiba o Teuthónio de Bragança com Anna Velasco tiveram o Johannem IV de Bragantiae, o Francisco de Simoens, o Francisco de Felgarum da Insua, e não conheço nenhum Jaime de Bragança.

12 avô paterno, Philippus II de Espanha com Catharina de Bragantiae, teve um irmão que era o Fernando I Germaniae Imperator, a seguir a este teve dois filhos, um nome de Maximiliano II rei da Hungria e Imperator Germaniae e outro Carolis Archiducis (dentro destes filhos tiveram descendência para Reis da Bohémia, Hungria, e Germaniae)

Catharina Ducifîà Bragantiæ , ejusdem Eduardi filia , & Philippus Rex Caftellæ Elizabethæ filiüs.; A Philippo IV. (PhiIippi II. qui armis regno potitus eft, nepote) Lufitani regiminis Caftellani pertaefi, defcifcentes, Iohannem Bragantiæ Ducem,Theodo fiifilium, & Catharinæ nepotem ad regnum promoverunt: €aftellani id ut in^ juftè, & nequiter fà&um incufànt: Quod non folum jure fànguinis, fed juftae vitoriæ, Philippüs II

honori Ferdinardi Auftriaci Felgarum Gubernatoris à S. P. Q. Antuerpienfi decreta , & adornata cum figuris & iconibus, à P P. Rubenio, delineatis, & commentario Cafperii Gevartii. Antuerpiæ, à Tulden, 1641. in-fol. atl. v

Regiæ Philippi IV. ad Marchioncm de Caracena Belgii Hifpanici Gubernatorem;Jus Felgarum circa Buliarum Pontificiarum Receptionem : y el otro : Defenfio Belgarum confra Evocationes , & Peregrina judicia

Archiducis Alberti Pj Felgarum Principit. Antvertypis Plantin. 1622.4.; Bergue S.J^immoch, Felgarum & Belgicâ

11 avô paterno, Theutonio de Bragança com Anna Velasco

La même année 1566 nous voyons bénéficier d'une pension de 800 d. Maximilien d'Autriche II, fils naturel de Leopold d'Autriche, évêque de Cordoue, lui-même fils naturel de Maximilien Ier, père de Charles Quint. En 1569 le dataire pontifical reçoit 800 d. et l'évêque de Fez 300: ce prélat était chargé d'exercer à Tolède, en l'absence de l'archevêque Carranza, certaines fonctions pontificales III.

Theutonio de Braganza, qui portera le titre d'évêque de Fez

Prodiit ille Eborae apud Francifcumî Simoens 1614. in 4to. Pauca fàltiminibiexftant notatu digna de Theodonii majoribus, ... fcripfit fingua Hifpanica opus Genealogicum, cui titulum fecit. DESCENDENCIA de la Cafa de Aragon


Agora eu gostava de entender, porquê é que um Turco de Sangue, da casa de Bourbon, Vendome e Orleans, conseguem ter património da casa real Portuguesa e ter fundação de Bragança e outras.!!!!!

O ADN dos Reis Portugueses é Rb1 U152

O ADN dos bourbons, vendome e orleans é R-Z381* é caucasiano da Turquia e vem do progenitor Sultão Solimanus

No paternal relationship was found between the living DNA donors and the donors of the blood sample of Louis XVI or the head of Henri IV. First, the Y-chr of the donor of the blood sample belongs to haplogroup G(xG1,G2) while the living Bourbon members belong to R-Z381*. Based on the time calibration of the Y-chromosomal phylogeny, the time of the most recent common ancestor (tMRCA) between individuals belonging to haplogroup G and R will be some 10 000 years ago.43, 44 S

S. XXIV. Magnus Magister in fuo Palatio a Turcarum Imperatore in . Salutatus. Fac. de Riduo post, nimirum in ipfo Nativita Bourbon. D tis Christi Salvatoris fefto vigefima hin. du Siege de Rhodas quinta veces quinta Decembris die Solimanus urp. 682. bem, quam recens fuo imperio subjecerat, poflidendam ingreffus eft, ipfumque Magistrum, qui suum adhuc palatium incoluerat, invisit, multisque honorum significationibus cumulatum etiam Patrem fuum appellavit, hortatusque est, ne tristitia sese opprimi pateretur, fed invicto animo adverfde fortis invidiam toleraret.

E a mãe de Jacques de Bourbon, era Maria de Luxembourg de Vendome e de Bourbon e o pai de Jacques é Sultão Solimanus.

O que não entendo, como é possível termos portugueses iluminados em apoiar uma pessoa com sangue Turca para ser herdeiro da Coroa Portuguesa, não entendo.

Eu tenho ADN Rb1 U152 e não tenho títulos e sou herdeiro legitimo de sangue e registos. Mas os portugueses que apoiam estes Turcos, o que se faz a esta gente que apoia Turcos de sangue ?

João Vimarae é meu 8 avô paterno, o Joaozinho V rei de Portugal

De João a 08.03.2021 às 12:40

Isto é para os Iluminados Portugueses que amam Turcos de origem, aquando da monarquia portuguesa, todos vós passais a Traidores à Coroa Portuguesa. Toda a minha linhagem vem de Limburg, com ADN U152

Succeffum é sucessor, Patrem é pai e Nativita é nascimento da casa de Bourbon e Orleans

HISTORIÆ ECCLESIASTICÆLIBER CXXVIII. ADRIANUS VI PAPA., CAROLUS V. OCCIDENTIS IMPERATOR

S. XV. Solimanus ob finiftrum asaltus fruce cellum in rabiem a&us. Jac Bolius Solimanus ob adversum hujus expedi & feq. tionis fucceffum spe in rabiem versa, Jacques de tam impotenti ira commovebatur, ut Borbon.l.cit. parum abfuerit, quin furore ac indignatione abreptus ipsum Mustapham Sororium fuum hujus belli auctorem neciSæeal.XVI. addixiffet. Referunt Scriptorum non- A.C.1522. nulli, latam in eum fuisse sententiam, ut sagittis transfigeretur, jamque palo ad fubeundum extremum fupplicium fuisse alligatum, Pirum tamen Baflam sententiæ executionem differri jusliffe, donec ad Sultani pedes provolutus, amico suo vitæ veniam deprecaretur, Verum Solimanus, quod ejus jussa fuisfent neglecta, vehementiori ira accenlus, quantocius Pirum ad idem fupplicium condemnavit, atque ambo hac poena muletati obiiffent, nisi Solimanus Ballarum fuorum lacrimis commotus, a furore fuo remisisset, & utrique veniam indulliffet, ea tamen lege, ut MuItapha nunquam ejus conspectum lubiret.

S. XXIV. Magnus Magister in fuo Palatio a Turcarum Imperatore in . Salutatus. Fac. de Riduo post, nimirum in ipfo Nativita Bourbon. D tis Christi Salvatoris fefto vigefima hin. du Siege de Rhodas quinta veces quinta Decembris die Solimanus urp. 682. bem, quam recens fuo imperio subjecerat, poflidendam ingreffus eft, ipfumque Magistrum, qui suum adhuc palatium incoluerat, invisit, multisque honorum significationibus cumulatum etiam Patrem fuum appellavit, hortatusque est, ne tristitia sese opprimi pateretur, fed invicto animo adverfde fortis invidiam toleraret.

Isto são os vossos amigos que tem, em seus nomes nativos bourbons e orleans e trago em latim, como agora vou provar que os outros bourbons usurparam a coroa Espanhola em 1718

Turcis induciarum violatoribus bellum obmovit, quo EUGENIUs deletis Ottomanorum viribus, Belgradum hungaricis ditionibus adjecit cum Temesvario. Utrique Urbi adjacens Regio cum Valachia per pacem Paffarovicenfem A. 1718. initam CARoLo VI. afferta. Pax haec neceffària fuit ad pellendum ex Italia PHIILIPPUM V. Andegavenfem Hifpaniae Regem

Os vossos amigos que usurpam casas, títulos e património de Portugal tem este ADN R-Z381*

Obrigado aos Portugueses Iluminados pela Santa - traidores à Coroa Portuguesa.

Agora vamos às provas da ausência da Restauração de João IV.

Aqui mostra que Philippe IV (1) é rei de Portugal desde 1621 a 1656 e após a morte do tio de João IV o Philippe IV, passa o reino para o meu 10 avô paterno (2), agora vou mostrar aos iluminados que o João IV foi rei de três reinos diferentes desde 1621 a 1640. (3)

(1) In Lufitania vero ab anno 1621. ufque ad annum 1640. regnavit prarlaudatus Philippus IV. rex Hifpaniaruin: at anno 1640.

(2) Luiitani proprium regem elegerunt Joannem IV. ducem Bragantiae, qui regnavit ufque ad annum 1656. Huic fucçellit Alphonfus VI. mortuus anno 1683. atque Alphonfo Petrus II. qui e vivis migra, vit anno 1706.

(3) PHILIPPO IV. quod non tantas haberet vires, ut vel fubditos rebelles frangere poffet. Hac opportunitate ufi Lufitani A. 164o. die 1. Decembris excuffo Hifpanorum jugo JoANNEM IV. Ducem Bragantiæ fibi Regem elegere. Galli in Belgio, Angli in Indiis ex ruinis Monarchiæ

Aqui mostra sem margem para qualquer dúvidas existênciais de iluminados dos historiadores que João IV foi Regem em Galli, Belgio, Angli e Indiis e não fala em Portugal.

Eu vou ser Rei deste Portugal, mas com provas destas e encosto vos todos a um canto.

Obrigado por apoiarem Turcos e aquando da Monarquia, vão com eles daqui para fora, vão.

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